29 é dia de nhoque, de sorte e de solidariedade!
Julho 24, 2008 · Não Há Comentários
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Sabor em Fatias, a pizzaria bacana na Sarmento
Julho 22, 2008 · 2 Comentários
Liberdade é uma delícia. Este slogan já era o suficiente para que a pizzaria Sabor em Fatias já despertasse minha curiosidade há algum tempo.
A Greicy havia estado lá, acompanhada das amigas e voltou bastante impressionada. Domingo a noite é quando se torna mais difícil encontrar boas opções de restaurantes e bares para comer. Mas a Sabor em Fatias estava aberta e chegara o momento de conferir.
A primeira impressão (e há quem diga que é essa que fica) foi das melhores. A decoração, o ambiente, a identidade visual… tudo muito bem pensado e executado. O lugar é sofisticado e aconchegante. Destoa de alguns de seus vizinhos próximos, na Lima e Silva (onde ser chinelão parece ser o padrão de decoração e atendimento).
A proposta do lugar é diretamente relacionada ao seu slogan: no cardápio e nas mesas estão impressas diferentes concepções para a palavra liberdade, sendo que o texto no menu emenda: “[...] É libertar-se da ditadura das pizzas grandes, do tamanho família, que nos obriga a pedir muito mais do que quer ou precisa. É libertar-se das pessoas que insistem nos sabores que só elas comem. É libertar-se dos brotinhos massudos, que nos roubam a melhor parte da pizza: o recheio, o sabor.” Gostei disso!
O cardápio em si é bem bacana: ainda que a quantidade de sabores disponíveis não seja muito grande, é bastante abrangente e claro. Confesso que me incomoda um pouco essa idéia de colocar nomes próprios nas pizzas - lá elas não se chamam “calabresa” ou “portuguesa”; são “Madre Teresa” e “Princesa Isabel”.
Tentei fazer algumas relações (inevitável), mas nem sempre cheguei a uma conclusão lógica - calabresa e Madre Teresa(?!). Enfim… O atendimento se mostrou muito bacana; garçons e garçonetes, super atenciosos.
Pedi uma Gorbatchev - pimentões coloridos, beringela e fatias finas de calabresa - (R$ 5,50 a fatia) e a Greicy, uma Mandela - mussarela e strogonoff - (R$ 5,50 a fatia). Para beber, uma Bohemia (R$ 5,00), que chegou à mesa na temperatura ideal (sempre lembro do meu grande amigo Moses - que por sinal também elogiou a temperatura da cerveja).
Não demorou muito e as pizzas já estavam na nossa frente, muito bem apresentadas e cheirosas. O tamanho do pedaço foi uma grata surpresa: se a fome não for grande, uma fatia resolve o problema. Não foi esse o nosso caso, claro. Estávamos famintos e mandei vir mais uma Salvador Dali - bacon, cebola e queijo cheddar - (R$ 5,50 a fatia).
A Greicy pediu uma doce, para fechar a fatura: Frida Kahlo - chocolate e morango - (R$ 5,50 a fatia). Mais uma Bohemia e um pouco mais de papo pra curtir o lugar.
Gostei da coincidência dos nomes das pizzas fecharem com a gente (política e artes), gostei mais ainda do atendimento e do sabor. A vontade agora é voltar para conhecer os outros sabores, um a um.
A Sabor em Fatias tem, ainda, telentrega e é possível - na loja mesmo - pedir uma pizza inteira. A opção é do cliente, afinal, “liberdade é uma delícia“.
Sabor em Pedaços
R. Sarmento Leite, 929
De segunda a sábado, das 11h às 3h.
Aos domingos, das 17h a 0h.
Telentrega: (51) 3221.0090
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No Natalício, tomando chope com os amigos
Julho 9, 2008 · Não Há Comentários
Esta semana estivemos, eu e o Adreson (outro dos colaboradores deste blog) - acompanhados ne nosso grande amigo Marshal - no Boteco Natalício. Nosso amigo nunca tinha ido ao boteco e queríamos tomar um chope para comemorar o final do semestre (ele como professor, eu como quase formando em artes).
O Boteco Natalício tem aquela decoração peculiar, lembrando os tradicionais botecos do centro do país, com um cardápio repleto de clássicos “botequenses” (caldinho de camarão, caldinho de feijão, escondinhos, coxinha de galinha… e vai por aí!). Dá pra perder um bom tempo lendo as sensacionais frases estampadas nos cartazes que cobrem as paredes do lugar.
Como alguns de vocês já sabem, tive a honra de entregar ao Eduardo Natalício, na festa de lançamento da Veja Porto Alegre: O Melhor da Cidade - edição 2008/2009, o prêmio de “Melhor Bar para Petiscar”. Fiquei bastante contente justamente porque considero o Natalício um excelente lugar para petiscar e tomar um bom chope.
Era a primeira vez que eu voltava ao Natalício depois da entrega do prêmio e estava ansioso, afinal tinha recomendado o chope do Natalício pro Marshal e isso sempre pesa. O boteco estava lotado quando cheguei e o Marshal já estava sentado lá em cima.
O Adreson ainda demorou pra chegar. Apesar de não gostar muito da idéia do chope ficar circulando pelo salão, normalmente lá eles nunca chegam a esquentar. O colarinho também vem, quase sempre, na medida.
Pedi um chope (R$ 3,10) ao garçom que passava, enquanto o Marshal pediu um sanduíche de mortadela (R$ 6,00) - que no cardápio figura com um texto complementar que diz que é “igualzinho ao do mercado de São Paulo”. Nunca experimentei o sanduíche, mas não seria daquela vez, pois era o meu “veggie day” da semana e não queria comer nada de carne pra não quebrar a escrita.
Pra não ficar babando no sanduíche dele (que não demorou muito pra chegar e era lindo), pedi uma porção de polenta frita. A polenta lá pode ser recheada com calabresa ou queijo e custa R$ 8,00. Essa demorou um pouco mais para dar as caras na nossa mesa. Enquanto isso, mais chope. Confesso que me incomodou um pouco a insistência dos garçons, praticamente colocando um chope que não pedi na minha frente. Prefiro um serviço “menos pró-ativo”, mas compreendo o sistema. É um boteco legítimo e a maioria das pessoas vai lá pra conversar. Assim, os distraídos no papo não ficam de bico seco nunca. Mas eu não curto muito não. Como a porção não era muito grande, o Marshal resolveu pedir mais uma. Essa sim, virou lenda. Depois de uns 30 minutos, o garçom que nos atendeu veio pedir desculpas, porque o pedido havia sido entregue na mesa errada e ele estava pedindo novamente nossa polenta. Foi a senha para a despedida. Já estávamos cansados e, sinceramente, esse tipo de coisa me tira a paciência. Serviço de boa qualidade é vital para um bom estabelecimento gastronômico.
Na hora de pagar a conta, outra surpresa não muito agradável. Ao invés da simpatia do Eduardo no caixa, encontro o irmão dele num dia, por assim dizer, não muito amável. O mau-humor do cidadão era algo! Paga a nossa conta, nos despedimos do Boteco Natalício e seu simpático porteiro com aquela sensação de que “podia ter sido melhor”.
Tudo bem, era segunda-feira…
Boteco Natalício
Rua Coronel Genuíno, 217
Cidade Baixa - Porto Alegre/RS
(51) 3026.5539
www.boteconatalicio.com.br
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Em vez de moda, Desfile de Vinhos na Conte Freire
Julho 4, 2008 · Não Há Comentários
Recebi este convite do pessoal da Assessoria de Imprensa Conte Freire e repasso para vocês:

A Enoteca Conte Freire e a Terra Matter Importadora promovem, no próximo dia 8 de julho, a partir das 17h, o Desfile de Vinhos. O evento oferecerá a degustação de vinhos de dez vinícolas, pequenas bodegas familiares do Chile e Argentina: Laura Hartwig, Portal del Alto, Viña von Siebenthal, Vinícola Tittarelli, Viña Huelquen, El Huique, Viña Chocalan, Loma Larga, Vinícola Bodega Speri Pródigo e Calyptra.
Os rótulos dessas vinícolas são exclusividades da Enoteca Conte Freire e todas elas foram premiadas internacionalmente. Produtores de cada bodega estarão no evento para conversar com os clientes sobre os vinhos.
Para acompanhar a degustação, haverá ilhas de queijos e pães. A loja também receberá uma decoração temática especial e os presentes, além de levar como lembrança uma taça personalizada, poderão concorrer a sorteios de garrafas de vinhos e gift cards Conte Freire.
Os convites para o Desfile de Vinhos estão à venda na própria Enoteca Conte Freire (Rua Padre Chagas, 20
e ainda na Churrascaria Barranco (Av. Protásio Alves, 157
e no Chairs Resto Lounge (Rua Dr. Barcelos, 431), em Porto Alegre. O convite custa R$ 50,00.
Vinícolas participantes
Tittarelli (Argentina) – É uma das bodegas mais antigas e prestigiadas da Argentina. Fundada em 1945, conta com 1.800 hectares ao pé da Cordilheira dos Andes e possui uma linha de vinhos bastante variada.
Bodega Speri Pródigo (Argentina) - Alessandro Speri pertence à quinta geração de uma reconhecida família de viticultores de Verona, que produz vinhos desde 1876. Em uma viagem a Argentina, Alessandro ficou impressionado com o grande potencial desse país, mais precisamente do Vale de La Consulta, em Mendoza, onde estabeleceu sua casa e sua bodega.
Calyptra (Chile) - A vinícola esta localizada em uma zona “pré-cordilheira”. As plantações estão a mais de 2.600 metros acima do nível do mar e as baixas temperaturas, associadas a uma ventilação natural constante, permitem “arejar” o vinhedo, tendo como resultado uma lenta maturação que favorece o desenvolvimento da videira, que é excepcional para as uvas Sauvignon Blanc, Chardonnay, Pinot Noir, Merlot e Syrah.
Chocalan (Chile) - Está situada no vale do Maipo, 65 km a oeste de Santiago. A palavra Chocalan significa “flor amarela” e tem origem em tribos ancestrais indígenas. A vinícola conta com 350 hectares, onde são plantadas principalmente uvas tintas como a Cabernet Sauvignon, Merlot, Carmenère, Sangiovese, Syrah, Pinot Noir, Cabernet Franc. Elas são divididas em três linhas de vinhos: Seleccion, Reserva e Gran Reserva.
Loma Larga (Chile) - É uma vinícola familiar, com uma pequena produção. Fica em “Lo Orozco”, uma das zonas mais frias dentro do Vale do Casablanca, assim como das regiões vitivinícolas chilenas. Essa bodega produz vinhos de muita personalidade e charme.
Viña von Siebenthal (Chile) - Produz um vinho extremamente elegante, que expressa de modo eloqüente a característica extraordinária do terroir do Valle de Aconcagua. O processo de vinificação é realizado com rigoroso esmero, produzindo um pequeno lote por vez e selecionando somente o melhor mosto. Em seguida a um longo período de maceração, as uvas passam a um lento e brando processo de fermentação.
Laura Hartwig (Chile) - Esta empresa familiar mantém um tamanho bastante reduzido, com apenas 80 hectares de vinhedos 100% próprios. A vinícola está localizada no coração do Vale do Colchagua, uma região privilegiada de solos adequados a elaboração de vinhos finos. Suas uvas são Chardonnay, Merlot, Carmenere, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon.
El Huique (Chile) - A vinícola fica no Vale Central do Chile, 200 km ao sul de Santiago. Possui 104 hectares e produz um milhão de litros de vinhos ao ano, exportando quase a totalidade para outros países
Viña Huelquen (Chile) - Sediada no Maipo Alto, sua proprietária é a família italiana de sobrenome Ravenna, que chegou ao Chile em meados do século passado. A vinícola possui 85 hectares, onde se cultivam as uvas tintas Cabernet Sauvigon, Merlot, Carmenère e Syrah e as brancas Sauvignon Blanc e Chardonnay. A bodega tem capacidade máxima de três milhões de litros.
Portal del Alto (Chile) - Há mais de 30 anos, Don Alejandro Hernandez, professor de Vitivinicultura e Enologia da Universidade Católica do Chile, fundou a própria vinícola. Desde o princípio, Portal del Alto se dedicou principalmente a produção de vinhos finos para exportação. Seus principais mercados são Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Suíça, Canadá, França e Brasil. Produz variedades clássicas como Sauvignon Blanc, Chardonnay, Cabernet Sauvignon, Merlot, Carmenère, Cabernet Franc e Syrah.
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Novidades na Rua da Praia
Junho 20, 2008 · Não Há Comentários
Próximo à Casa de Cultura Mário Quintana abriu um pub chamado Sete. Pequeno e bonito. Com um bom atendimento, opções de cervejas importadas e preço justo.
(em breve volto lá pra fazer umas fotos)
Lançaram o novo guia da Folha está bem bacana, tem de tudo que está acontecendo pela cidade. A exemplo da versão impressa, deverá ser uma referência cultural de SP.
vai lá: http://guia.folha.com.br
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Violento Mocotó no Naval
Junho 9, 2008 · Não Há Comentários
Sábado passado (07/6), fui ao Mercado Público de Porto Alegre comprar alguns ingredientes, como faço costumeiramente. Além de pagar menos, a maioria dos produtos tem qualidade muito superior à das grandes redes de supermercado. Quando estava prestes a deixar o mercado, cheio de sacolas de compra, caiu uma senhora chuvarada. Como estava com fome e sem a menor vontade de me molhar, resolvi almoçar por ali mesmo. O Gambrinus, que é ótimo, tinha fila de espera e acabou descartado como opção.
Eis que vi aquele clássico quadro negro escrito com giz que me chamava para experimentar o “Violento Mocotó” do Bar Naval. Já fui diversas vezes ao Naval - sempre para tomar aquele ótimo chope (muito bem tirado) acompanhado de bolinho de carne e/ou bacalhau - mas nunca tinha tido a oportunidade de provar o mocotó.
O Bar Chopp Naval, com seus 101 anos de idade e sua peculiar e original decoração de boteco é, por si só, uma atração a parte no Mercado Público. Lá pode-se ter a chance de ser atendido pelo Paulo Naval, garçom desde 1957, que chegou lá como Darcy.
De tão identificado com o trabalho, tomou o nome do botequim como sobrenome - e trocou Darcy por Paulo (designação santa que havia sido escolhida no seu batismo).
Alguns segundos de espera e o chope já estava sobre a bolacha, em minha frente (no Naval ainda se contam os chopes pela quantidade de bolachas que ficam na mesa).
Mais alguns minutos e o prato de mocotó chegou. O dito cujo cumpre o que promete: é realmente violento. Muito bem feito, bem temperado, com ingredientes de ótima qualidade, vem com pedacinhos de ovo cozido e tempero verde e é acompanhado por um pão ‘cacetinho’.
Recomendo experimentar - tanto com os bolinhos, quanto com o mocotó - aquele molho de pimenta que fica sobre a mesa e que, segundo meu amigo Marshal, deve estar lá desde a fundação do Mercado Público. Vale a pena!
Tomei mais um chope e terminei meu prato de mocotó curtindo cada colherada. A função do pãozinho, efetivamente, é usá-lo para ‘lamber’ o prato e não perder nada do caldo!
A fatura não é barata, diga-se de passagem (R$ 20,00 pelos dois chopes e um prato de mocotó), mas vale a experiência, com toda a certeza.
Bar Chopp Naval
Bancas 91 e 93
Mercado Público de Porto Alegre
Fone: 51 3286.3423
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O nada revolucionário Praça Revolução
Junho 6, 2008 · 1 Comentário
Noite dessas fomos conhecer, em função do aniver do Guto (primo da Greicy), o Praça Revolução. Raramente vou à zona sul de Porto Alegre (acho que passei tempo demais por lá quando era criança/adolescente), mas desta vez tínhamos um bom motivo. O Praça Revolução é um bar/restaurante com boliche e mesas de sinuca que fica na avenida Cavalhada, próximo ao Zaffari.
Ao chegar, a impressão não foi das melhores: apesar de ter estacionamento próprio gratuito, ele se resume ao pátio nos fundos do bar. Em dias de chuva o tal pátio, que não tem nenhum tipo de pavimentação, vira um barro só. A identidade visual da casa, estampada em seu luminoso na fachada não dá muita esperança… deveras amadora.
Já lá dentro, a situação começa a melhorar: a decoração é simples, mas clean. O lugar é amplo e as pistas de boliche e mesas de sinuca são bem bacanas.
Como sou tão ruim jogando boliche, quanto jogando sinuca, optamos por ficar sentados com o pessoal da família, enquanto Guto e companhia se divertiam no boliche.
Estávamos com fome e, apesar do cardápio não ser muito empolgante (tanto em forma, quanto conteúdo), resolvemos pedir um lanche.
Não havia revolução nenhuma no cardápio, aliás. Os lanches eram os mais tradicionais o possível, então pedi um cheese salada bacon (R$ 8,50) e a Greicy, um cheese salada (R$ 8,50). Pra beber, uma Bohemia 600 ml (R$ 5,00).
O ‘pedir’ o lanche foi um capítulo a parte. O garçom, um dos mais grossos e desatentos que já conheci, pegou o pedido da mesa inteira e depois, na hora de trazer as bebidas, não sabia o que era de quem… Já começou mal!
Trinta minutos depois, o tal lanche ainda não tinha dado as caras. E isso que o lugar estava vazio!
Quando finalmente chegou (o garçom também não tinha idéia de quem tinha pedido o quê), o lanche não surpreendeu, mas também não decepcionou. Não era gorduroso, pelo menos.
A parte interessante foi o proprietário que veio até a mesa e perguntou como estava o lanche (demonstrando que pelo menos ele se preocupa com as impressões dos clientes).
Tomamos mais uma Bohemia, pagamos a conta e fomos embora. Não sem antes passar pelo campo minado de poças de barro sem iluminação até chegar no carro estacionado.
Praça Revolução
Avenida da Cavalhada, 3778
Porto Alegre - RS
Telefone(s): (51) 3061-7433/3061-7435
Horário de atendimento: De 2ª a 6ª, das 16h às 4h.
Sábado, domingo e feriado, das 11h às 5h.
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Cervejas de Litro - parte 01
Maio 28, 2008 · Não Há Comentários
Eis que temos agora a Budweiser de 1 litro!
Ainda prefiro a ISENBECK de litro, mas é muito bom ter disponível nos supermercados uma variedade de cervejas que vão além do “gosto brasileiro”. Qualquer aspirante a bom bebedor de cerveja tem que se esforçar para conseguir beber qualquer coisa depois de experimentar boas cervejas. Ah, certo que algum expert vai chiar e dizer q a bud não é lá estas coisas, mas não comparo com as artesanais como a coruja, de porto alegre, mas com as cada vez mais aguadas pilsen nacionais.
A ISENBECK tem no Nacional e (provavelmente) no BIG, a um preço justo por uma boa cerveja. Encorpada, consistente e com tampa de rosca!!
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O bom, bonito e barato da Pizzaria Zonatto
Abril 29, 2008 · Não Há Comentários
Depois de um tempo sem postar, cá estou eu novamente. Desta vez, trago pra vocês uma nova descoberta que fiz: Zonatto Pizzaria. Meus primos Rafa e Grazi já nos falavam há algum tempo dessa pizzaria que abriu onde era o Puerto Libre (na Marechal Andrea, pertinho da Anita Garibaldi).
Dia desses fomos lá todos juntos, para conferir o serviço. O local onde a pizzaria está instalada é muito bacana, com uma decoração simpática e paredes em cores fortes.
Aliás, a parte externa, em frente ao prédio deve ser uma ótima opção para tomar uma cerveja no happy-hour durante o verão. Por falar nisso, de cara pedimos uma cerveja (que estava na temperatura ideal, diga-se de passagem) para mim e a Grazi e água mineral para a Greicy e o Rafa (que não estavam podendo beber).
O cardápio é bem variado e oferece desde os sabores tradicionais (Calabresa, Alho e Óleo, Camarão com Catupiry, etc) até as especialidades da casa, como a Zonatto (lombo, chester, presunto e ovo de codorna) ou a Suprema (calabresa forte, champigon, cebola, pimentão e azeitona preta). Existem várias opções de tamanho, da Broto à Família. Optamos por uma Família (R$ 22,50), com 3 opções de sabores: Alho e Óleo, Moda da Casa e Suprema (que em respeito às preferências das meninas foi personalizada: substituímos a azeitona preta por verde e a calabresa forte pela convencional).
A pizza não demorou muito para ficar pronta e em seguida estava lá, exatamente como pedimos, inclusive com as ‘adaptações’. Especial destaque para à Alho e Óleo.
Lembro que um amigo do meu pai, que era dono de uma sorveteria sempre dizia: “se queres saber se uma sorveteria é boa, pede o sabor uva. Se souberem fazer bem este, sabem fazer bem qualquer outro”. Faço aqui minha adaptação para o mundo das pizzas dizendo que, apesar de aparentemente simples, fazer uma pizza Alho e Óleo de boa qualidade requer muito conhecimento e prática. Assim, em verdade vos digo: “Se a Alho e Óleo for boa, há uma grande chance do resto ser muito bom também“. E foi, de fato, o que se confirmou: até a nossa ‘adaptação’ ficou excelente!
Quando estávamos terminando, surgiu a idéia de experimentar as doces. Enquanto discutíamos a respeito de sabor, tamanho e preferências, a atendente nos interrompeu para a boa notícia: se a gente escolhesse uma pizza doce do mesmo tamanho da salgada, ela sairia com 50% de desconto.
Ou seja, por pouco mais do valor da Broto, pedimos uma Família de 3 sabores: Banana, Chocolate e Leite Condensado com Coco. Não podíamos deixar por menos e pedimos uma adaptação nesta também: a nossa seria sem queijo. Como bem nos lembrou o Rafa, a maioria dos lugares não coloca queijo na pizza doce e isso poderia nos causar estranheza. Confesso que não sou, propriamente, um fã de pizzas doces, essa nossa maravilhosa invenção que ninguém mais faz no mundo (como bem observou nossa amiga Sinead McGrath, irlandesa e cidadã do mundo).
Mas a gula falou mais alto e acabei experimentando a de leite condensado… que estava excelente!
Saímos de lá satisfeitos com a boa qualidade da pizza e o excelente atendimento, tudo isso por um preço justo!
Recomendo!
Um abraço e até a próxima.
ZONATTO PIZZARIA
R. Marechal Andrea, 16 - Boa Vista
Telentrega: 3328.0000 / 3029.4359
Horário: 11h30min às 14 / 18h30min às 23h30min
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Veja Porto Alegre: O Melhor da Cidade
Abril 7, 2008 · 3 Comentários
Na última quinta-feira, dia 03/4, fomos - eu e a Greicy - ao lançamento da Veja Porto Alegre: O Melhor da Cidade - edição 2008/2009. Uma verdadeira noite de gala para o lançamento do guia gastronômico mais respeitado da cidade, com coquetel e entrega dos prêmios aos respectivos vencedores. Além de contar com a lindíssima e elegante Valéria Monteiro como mestre de cerimônica, o evento teve ainda a presença da banda Jazz 6, de Luis Fernando Veríssimo, animando a festa!
Na edição deste ano, deste guia que há tempos tenho acompanhado, tive a satisfação e a felicidade de estar entre os jurados que escolheram os melhores da cidade na categoria restaurante - assim como também ajudei na escolha do chef revelação, chef do ano e melhor restaurante da cidade.
Tive, ainda, a satisfação de conhecer ao vivo e bater um papo com o Miguel Icassati, editor da Veja Cidades, um cara muito bacana. Conheci o Miguel, por telefone, quando da minha seleção para o júri. Depois, já na festa, trocamos algumas boas idéias e fiquei muito feliz de encontrar a diretora da área de gastronomia da FATEC/SENAC, Ursula Juliane Silva. Junto com ela estava o chef Mamadou, um dos professores do curso de cozinheiro. Uma pena não estar por lá meu amigo e grande mestre, chef Marcus Jiorge - naquela hora ele devia estar dando aula em uma das cozinhas pedagógicas do SENAC, tirando o couro da moçada que quer ser cozinheiro profissional. hehehehehe.
Fui convidado, ainda, para entregar 3 prêmios da categoria bares: o de melhor petisco, melhor lugar para paquerar e melhor lugar para ir a dois. Muito bacana!!
Participar do júri de uma publicação tão respeitada e que é, de fato, referência na área em nossa cidade foi uma experiência e tanto! Aproveito a oportunidade para agradecer a todos que me ajudaram nessa empreitada, leitores do blog, amigos, apoiadores! Valeu!
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