O bom, bonito e barato da Pizzaria Zonatto


Depois de um tempo sem postar, cá estou eu novamente. Desta vez, trago pra vocês uma nova descoberta que fiz: Zonatto Pizzaria. Meus primos Rafa e Grazi já nos falavam há algum tempo dessa pizzaria que abriu onde era o Puerto Libre (na Marechal Andrea, pertinho da Anita Garibaldi).

Dia desses fomos lá todos juntos, para conferir o serviço. O local onde a pizzaria está instalada é muito bacana, com uma decoração simpática e paredes em cores fortes.

Aliás, a parte externa, em frente ao prédio deve ser uma ótima opção para tomar uma cerveja no happy-hour durante o verão. Por falar nisso, de cara pedimos uma cerveja (que estava na temperatura ideal, diga-se de passagem) para mim e a Grazi e água mineral para a Greicy e o Rafa (que não estavam podendo beber).
O cardápio é bem variado e oferece desde os sabores tradicionais (Calabresa, Alho e Óleo, Camarão com Catupiry, etc) até as especialidades da casa, como a Zonatto (lombo, chester, presunto e ovo de codorna) ou a Suprema (calabresa forte, champigon, cebola, pimentão e azeitona preta).
Existem várias opções de tamanho, da Broto à Família. Optamos por uma Família (R$ 22,50), com 3 opções de sabores: Alho e Óleo, Moda da Casa e Suprema (que em respeito às preferências das meninas foi personalizada: substituímos a azeitona preta por verde e a calabresa forte pela convencional).

A pizza não demorou muito para ficar pronta e em seguida estava lá, exatamente como pedimos, inclusive com as ‘adaptações’. Especial destaque para à Alho e Óleo.
Lembro que um amigo do meu pai, que era dono de uma sorveteria sempre dizia: “se queres saber se uma sorveteria é boa, pede o sabor uva. Se souberem fazer bem este, sabem fazer bem qualquer outro”. Faço aqui minha adaptação para o mundo das pizzas dizendo que, apesar de aparentemente simples, fazer uma pizza Alho e Óleo de boa qualidade requer muito conhecimento e prática. Assim, em verdade vos digo: “Se a Alho e Óleo for boa, há uma grande chance do resto ser muito bom também“. E foi, de fato, o que se confirmou: até a nossa ‘adaptação’ ficou excelente!

Quando estávamos terminando, surgiu a idéia de experimentar as doces. Enquanto discutíamos a respeito de sabor, tamanho e preferências, a atendente nos interrompeu para a boa notícia: se a gente escolhesse uma pizza doce do mesmo tamanho da salgada, ela sairia com 50% de desconto.

Ou seja, por pouco mais do valor da Broto, pedimos uma Família de 3 sabores: Banana, Chocolate e Leite Condensado com Coco. Não podíamos deixar por menos e pedimos uma adaptação nesta também: a nossa seria sem queijo. Como bem nos lembrou o Rafa, a maioria dos lugares não coloca queijo na pizza doce e isso poderia nos causar estranheza. Confesso que não sou, propriamente, um fã de pizzas doces, essa nossa maravilhosa invenção que ninguém mais faz no mundo (como bem observou nossa amiga Sinead McGrath, irlandesa e cidadã do mundo).
Mas a gula falou mais alto e acabei experimentando a de leite condensado… que estava excelente!

Saímos de lá satisfeitos com a boa qualidade da pizza e o excelente atendimento, tudo isso por um preço justo!
Recomendo!
Um abraço e até a próxima.

ZONATTO PIZZARIA
R. Marechal Andrea, 16 - Boa Vista

Telentrega: 3328.0000 / 3029.4359

Horário: 11h30min às 14 / 18h30min às 23h30min

Publicado em: on Abril 29, 2008 at 5:32 pm Comentários (0)

Veja Porto Alegre: O Melhor da Cidade

Na última quinta-feira, dia 03/4, fomos - eu e a Greicy - ao lançamento da Veja Porto Alegre: O Melhor da Cidade - edição 2008/2009. Uma verdadeira noite de gala para o lançamento do guia gastronômico mais respeitado da cidade, com coquetel e entrega dos prêmios aos respectivos vencedores. Além de contar com a lindíssima e elegante Valéria Monteiro como mestre de cerimônica, o evento teve ainda a presença da banda Jazz 6, de Luis Fernando Veríssimo, animando a festa!
Na edição deste ano, deste guia que há tempos tenho acompanhado, tive a satisfação e a felicidade de estar entre os jurados que escolheram os melhores da cidade na categoria restaurante - assim como também ajudei na escolha do chef revelação, chef do ano e melhor restaurante da cidade.
Tive, ainda, a satisfação de conhecer ao vivo e bater um papo com o Miguel Icassati, editor da Veja Cidades, um cara muito bacana. Conheci o Miguel, por telefone, quando da minha seleção para o júri. Depois, já na festa, trocamos algumas boas idéias e fiquei muito feliz de encontrar a diretora da área de gastronomia da FATEC/SENAC, Ursula Juliane Silva. Junto com ela estava o chef Mamadou, um dos professores do curso de cozinheiro. Uma pena não estar por lá meu amigo e grande mestre, chef Marcus Jiorge - naquela hora ele devia estar dando aula em uma das cozinhas pedagógicas do SENAC, tirando o couro da moçada que quer ser cozinheiro profissional. hehehehehe.
Fui convidado, ainda, para entregar 3 prêmios da categoria bares: o de melhor petisco, melhor lugar para paquerar e melhor lugar para ir a dois. Muito bacana!!
Participar do júri de uma publicação tão respeitada e que é, de fato, referência na área em nossa cidade foi uma experiência e tanto! Aproveito a oportunidade para agradecer a todos que me ajudaram nessa empreitada, leitores do blog, amigos, apoiadores! Valeu!

Publicado em: on Abril 7, 2008 at 7:09 pm Comentários (3)
Tags: , , , , ,

Salmão ao Molho de Requeijão com Alcaparras


Neste domingo de Páscoa (24/3) aproveitei para atender um pedido feito já há alguns dias pela Greicy e resolvi preparar um salmão. Como teríamos convidados em casa, comprei um salmão inteiro. Dele tirei os dois filés inteiros (o resto usei pra preparar um belo fundo de peixe, que em uma próxima ocasião darei mais detalhes) para preparar no forno. Até aí, sem muito mistério. É possível comprar os filés já cortados. Gosto, no entanto, de fazer isso eu mesmo - por ser mais barato e por resultar num domínio maior sobre o corte em si e a limpeza de toda e qualquer espinha. Para os que desejarem, posso passar algumas dicas de como extrair os filés com um mínimo de perda de carne (escrevam-me!).
Utilizei uma fôrma refratária para assar os filés. Coloquei-os lado a lado, com o couro para baixo. Fiz, ainda, uma ‘cama’ com rodelas de cenoura para colocar no fundo da fôrma. Adicionei um pouco de cerveja (o suficiente para cobrir o fundo) evitando, assim, que a carne do salmão secasse demais. Temperei os filés com uma mistura feita de sal, pimenta rosa, pimenta branca em pó e tomilho, e cobri com papel alumínio.

Depois de alguns minutos no forno, retirei o papel alumínio, para que a carne ficasse com aquele laranja bonito, típico do salmão. Enquanto isso, preparei o molho que iria colocar por cima: misturei o requeijão com um pouco de nata e algumas alcaparras esmagadas. Deixei o molho cozinhar por um tempo e, por fim, cobri o salmão com ele.
Servi o salmão com arroz branco e farofa com bacon. Ah! Acompanhados, também, por uma ótima salada verde que a Greicy preparou.

A idéia era fazer alguma coisa diferente daquele tradicional ‘largar de alcaparras’ sobre o salmão (seco por assar no forno) já pronto. Espero que tenham gostado… :)

Até a próxima! Um grande abraço!

Publicado em: on Março 24, 2008 at 2:35 am Comentários (1)
Tags: , , , , ,

Lanche no Cavanhas

Segunda (25/2) à noite resolvemos (eu, Greicy e Cíntia) comer um lanche na janta. Quando pensamos em cheeseburger, sempre pensamos Agápio ou Cavanhas.

Como estávamos visitando a Cíntia, a opção - por questões de proximidade geográfica - foi o Cavanhas da Lima e Silva. Assim como quando vamos ao Agápio, apesar da vasta gama de opções disponíveis no cardápio, acabo sempre comendo a mesma coisa. Pedi um Bauru de Picanha (R$ 9,00) com ovo (+ R$ 0,50) e acompanhado de batatas fritas (+ R$ 1,00) e a Greicy pediu um Cheese Strogonoff (R$ 7,80), com os mesmos ‘extras’. A Cíntia pediu um Cheese Português (R$ 9,50). Para beber, pedimos uma Bohemia 600ml (R$ 4,50).

Gosto de comer no Cavanhas por ser um lugar simples, sem nenhuma cerimônia, mas com um preço razoável para um lanche de boa qualidade. O problema é quando o simples se torna simplório. Se eu disser que o garçom que nos atendeu foi grosso, vou estar supervalorizando a delicadeza do rapaz. Na tradicional ânsia de ‘fiscalizar’ todo o salão enquanto nos atendia, mal prestou atenção no que falávamos.
Sentamos bem ao fundo, onde se pode ver a cozinha funcionando. O pessoal na chapa e sua agilidade para atender os pedidos contrastou com a falta de qualidade do atendimento na mesa.

Alguns minutos de espera e lá estavam nossos lanches sobre a mesa. A picanha do meu bauru não estava um primor de maciez, mas pelo menos era picanha mesmo. As batatas, ótimas e no ponto, como sempre. Já o lanche da Greicy veio meio ‘desmontado’, com o recheio transbordando. Mas isso não é privilégio apenas do Cavanhas, é, na verdade, uma peculiaridade de se colocar strogonoff num cheeseburger. Duas coisas que nunca me decepcionam no Cavanhas: a temperatura da cerveja (sempre no ponto) e o sabor da maionese (boooommm). Outra coisa bacana e bem lembrada pela Cíntia: eles oferecem - como opção de acompanhamento - a possibilidade de se colocar 4 queijos em qualquer um dos lanches.
Moral da história: apesar do atendimento deixar a desejar, a qualidade do lanche ainda vale a ida ao Cavanhas!

Cavanhas
http://www.cavanhas.com.br/
LIMA E SILVA 274: Rua Gen. Lima e Silva, 274. Fone: 3226.0743
De segunda à sábado a partir das 18h e de segunda à sexta das 11h:30min às 13h:30min


PERIMETRAL: Av. Loureiro da Silva, 1696. Fone: 3227.8163
De domingo à sexta a partir das 18h.
LIMA E SILVA 373: Rua Gen. Lima e Silva, 373. Fone: 3211.2624
De terça à domingo a partir das 18h.
BARÃO DO AMAZONAS: Rua Barão do Amazonas, 1241. Fone: 3322.0989
De segunda à domingo das 11h à 1h.
ASSIS BRASIL: Av. Assis Brasil, 4863. Fone: 33401331
De terça à sexta das 11h:30min às 14h e de sábado à domingo a partir das 17h30min.

Publicado em: on Fevereiro 26, 2008 at 2:30 pm Comentários (4)
Tags: , , ,

Cerveja e petiscos no Apolinário


Sexta-feira, dia internacional da cerveja. Saí do trabalho, no final da tarde, com aquela vontade de tomar uma gelada. Chegando em casa, recebo (via MSN) convite de meu amigo Marshal para tomar uma cerveja no Apolinário. Como a Greicy também estava disposta à cerveja, lá fomos nós. Tive a oportunidade de conhecer o tal ‘boteco’ (o Apolinário é um dos lugares em Porto Alegre que se auto-entitula boteco, com orgulho, aliás) pouco tempo depois da sua abertura, pois a despedida do meu amigo Gabriel - que foi trabalhar na ANAC, em Brasília. A impressão, na época, foi muito boa. Mas, como vassoura nova sempre varre bem, aproveitei a oportunidade para conferir a quantas andava o serviço… O ambiente do Apolinário é muito bacana e já se revela muito agradável logo na chegada. Na frente, mesas ao ar livre, com uma iluminação bacana. Lá dentro, paredes cobertas com pequenos quadros em molduras de formas e cores variadas. O que podia ser um ambiente poluído é, na realidade, um cenário milimetricamente elaborado.


As mesas e cadeiras fazem o estilo boteco e os copos acompanham a idéia (legítimos ‘cristais nadir figueiredo’, já dizia meu avô).


Chegamos em torno das 21 horas, e já haviam poucos lugares disponíveis. Sentamos no fundo do boteco, próximos ao balcão. Abrimos os trabalhos com uma loira uruguaya (Cerveja Patrícia 960 ml, R$ 9,00) - que além do bom preço, estava na temperatura ideal. Além da Patrícia, o cardápio possui uma grande quantidade de opções de cervejas disponíveis, com preços bastante compatíveis com o lugar.
Resolvemos, também, pedir uns petiscos: a opção das meninas foi uma Porção de Polenta Frita (R$ 7,00). Cortada em bastões, estilo batatas fritas, estavam ótimas - sequinhas e com um ótimo tempero.
A Greicy pediu, por sugestão minha, um Escondidinho de Camarão (R$ 10,00). Demorou um pouco, mas veio. Apesar de ter o recheio mais líquido do que minha preferência, estava ótimo! A Cíntia experimentou o Caldinho de Feijão, que também era muito saboroso.
O pessoal foi chegando e, quando vimos, estávamos em 3 mesas lotadas. Na excelente companhia da Greicy, Cíntia, Mendes, Marshal, Silvana, Ana, Alemão, Débora, Alemão (o outro, também conhecido por Roberto) e Querlei, seguimos tomando cerveja até a madrugada.

Apolinário Bar
Rua José do Patrocínio, 527
Cidade Baixa - Porto Alegre/RS
http://www.apolinariobar.com.br/
Fone: (51) 3013-0158
De segunda a sexta a partir das 18h
Sábado a partir das 20h

Publicado em: on Fevereiro 25, 2008 at 12:41 pm Comentários (2)
Tags: , , , ,

Santa Catarina

Então… estou de volta depois de uma orgia gastronômica pelos restaurantes de Florianópolis e algumas praias da região! Claro que não poderia deixar de contar alguns dos pratos que foram saboreados!
Na praia da Barra da Lagoa fomos ao Restaurante Bar Beira Mar, onde pedimos anchova grelhada com molho de alcaparras acompanhado de pirão de peixe. Perfeito…anchova úmida pelo molho de alcaparras, pirão de peixe sem ser muito ‘liguento’ (excesso de farinha), arroz branco e salada mista.
Próxima parada, Santo Antônio de Lisboa, Sambaqui, Restaurante Pitangueiras. Peixe à moda Pitangueiras …Posta de peixe( escolher) com molho de camarão e catupiry; Farofa de dendê (maravilhosaaaaa) e, bolinhos de batata(batata amassada frita) bem sequinho e arroz branco. A farofa de dendê deixa aquele gostinho de ‘ bahia’ sem ser forte nem oleosa demais.
Ribeirão da ilha, Freguesia do Ribeirão, Restaurante tradicionalíssimo Ostradamus, famoso pela qualidade e sabores diferentes das ostras servidas. Bem… acabei não comendo ostras… rsss!
Pedimos Salmão ao molho da casa…molho branco, requeijão, nata e molho de camarão. Simplesmente um espetáculo. O salmão para ser bom não pode passar do ponto e ficar quebradiço. Este desmanchava na boca e os molhos completavam o sabor.
Neste mesmo restaurante, outro prato delicioso… Espaguete com frutos do mar… simples, porém muito saboroso. Lula, marisco camarão e macarrão grano duro num molho com queijo.
Durante a viagem fomos diminuindo a quantidade de comida… rsss… senão chegaria aqui e não conseguiria mais trabalhar… rsss. Bem, ainda teve bolinho de bacalhau (tradicional) com manjericão, e por último, na Lagoa da Conceição, Restaurante Luna Laguna, uma focaccia mediterânea… pão italiano, tomate fresco, rúcula (para variar rsss) e creme de queijo. Delicioso com aquela cervejinha na beira da praia.
Para terminar a orgia, devo citar um belíssimo almoço preparado por uma pessoa muito especial em Balneário Camboriú (especial p mim é claro… rsss)… posta de peixe frito com purê de batatas, pirão de peixe( achei melhor que o do restaurante, mas sou suspeita… rss), arroz branco e salada de alface roxa temperada com aceto balsâmico. Hummm… bom demais. Simples, porém caprichado!!
Bem pessoal…ainda devo as fotos de todos esses pratos… elas virão… só preciso baixá-las para meu pc. Prometo para essa semana. bjks a todos!!

Publicado em: Sem Categoria on Fevereiro 18, 2008 at 12:48 pm Comentários (0)

Que tal uma salada?

Foi-se o tempo que salada era uma coisa sem graça, que a gente comia por uma questão compromisso com a própria saúde. Ou pior, aquele ‘coadjuvante’ para ocupar lugar no prato, tipo salada de ‘a la minuta’ (rodelas esparças de tomate sobre aquele alface desbotadinho). Hoje, saladas podem ser ótimas entradas e, também, o prato principal de uma refeição (principalmente para aqueles que querem se livrar de uns quilinhos a mais). Mas atenção: certas saladas podem ser beeeem calóricas, tanto quanto um prato ‘tradicional’. De qualquer forma, uma salada criativa pode ser uma quebra da rotina alimentar e, por que não, uma supresa agradabilíssima ao paladar. Um bom exemplo disso foi a salada que criamos (a equipe da qual fiz parte no curso de cozinheiro) para servir de entrada em nosso cardápio de conclusão de curso. A salada consistia em cenoura branqueada e cortada em pequenas tirinhas, misturada com uvas passa, maçã verde (cortada da mesma forma que a cenoura) e molho de maionese. Essa mistura foi servida dentro de folhas de endivia (veja a foto). O toque especial ficou por conta da castanha de caju, triturada em pequenos pedaços e adicionada próximo ao momento de servir (o que garantiu uma crocância inesperada à salada e uma combinação surpreendente e saborosa). O uso da maçã verde, por exemplo, propicia um considerável ‘ganho estético’ uma vez que contrasta com o laranja da cenoura e não oxida rapidamente como a maçã tradicional. Ah! E antes que alguém comente, eu não disse que esta era uma salada ‘light’. :) Além disso, existem infinitas combinações possíveis para uma salada e, claro, ingredientes pouco explorados que fazem a feira ou o mercado público merecerem um pouco mais de atenção na próxima visita (pensem com mais carinho nas alcachofras, pepinos japoneses, nabos, repolhos roxos, mangas, abacates, etc…).
Um grande abraço!
-AJ

Publicado em: Sem Categoria on Fevereiro 11, 2008 at 3:49 pm Comentários (2)

Um Convite Saboroso


A internet realmente é uma ferramenta útil e ao mesmo tempo assustadora. Assustadora no bom sentido, no sentido de encontrar pessoas novas, com os mesmos gostos que você e assim, do nada, começar uma nova amizade. Comigo é assim! Entrei no site da VEJA e vi o link do Guia o Melhor da Cidade de Porto Alegre, fiz o cadastro e comecei a procurar e escrever sobre os restaurantes que mais me agradam na cidade. Foi assim que conheci o dono deste blog e ele acabou fazendo este delicioso convite: de poder escrever aqui sobre gastronomia e vinhos (O vinho é por minha conta e espero que ele não se importe!).
Moro em Gramado, serra gaúcha, aqui existe uma variedade gastronômica incrível. Deve-se começar pelo café-da-manhã de, praticamente, todos os hotéis, com uma variedade enorme de frutas e bolos tipicamente alemães e italianos, pães e chimias (geléias feitas com a polpa da fruta) caseiras. Na hora do almoço ou jantar pode-se tomar um café-colonial, comer comida italiana, suíça, francesa, alemã, da fronteira, chinesa ou japonesa.
Recomendo um restaurante de comida japonesa muito charmoso, o SAN TAO. Localizado as margens do Lago Negro, um dos principais pontos turísticos da cidade, o restaurante possui um ambiente muito acolhedor e totalmente oriental. De quarta a domingo é possível saborear uma deliciosa sequência de sushis e sashimis, sushis quentes, além de yakisoba e sobremesa pelo valor de R$ 39,00 por pessoa aproximadamente. Além da sequência existe o a la carte, com pratos mais elaborados da culinária japonesa e tailandesa, sempre com um atendimento personalizado e impecável.
Para acompanhar a sequência sugiro um vinho rosé frisante chamado Jubilé.
Para quem quer fugir da rotina da serra gaúcha esta é uma ótima opção.

Publicado em: Sem Categoria on Fevereiro 7, 2008 at 4:01 pm Comentários (1)

Veja Porto Alegre Online


Para aqueles que curtiram a crítica gastronômica do Damask, recomendo uma visita ao meu perfil na página da Veja Porto Alegre. Lá aproveitei para incluir uma avaliação de cerca de 40 estabelecimentos que freqüento (ou freqüentei) aqui da nossa cidade. O espaço era pequeno, mas deu pra apresentar, de maneira sintética, os prós e os contras gastronômicos desses locais.
Uma pena que não existe a possibilidade de cadastrar locais, pois o próprio Damask acabou ficando de fora da minha lista, por não constar na base de dados da Veja Porto Alegre.
MOMENTO JABÁ: Uma vez no site, cadastre-se e aproveite, ainda, para adicionar minha lista nas suas preferidas! :)
Um abraço!

Publicado em: on Janeiro 29, 2008 at 3:48 pm Comentários (0)

Filezinho Suíno com Guacamole, Farofa de Alcaparras e Arroz Branco


Ontem a noite, diante das minhas gentis cobaias, experimentei mais uma combinação que estava pensando em colocar em prática há horas: Filezinho Suíno com Guacamole, Farofa de Alcaparras e Arroz Branco. O resultado, como imaginava, ficou bem bom.
Fiz uma receita de Guacamole mais adaptada ao meu gosto, adicionando à mistura tradicional (abacate, suco de limão, cebola, alho, tomate, etc) um pouco mais de temperos e molho shoyu.
Os filezinhos de suíno fiz passados na manteiga, com um pouco de azeite. Temperei utilizando tomilho, alho e pimenta rosa e deixei alguns minutos descansando.
No final do preparo, aproveitei o rotí da carne na panela e passei pedaços grandes de cebola. Na montagem, joguei essa cebola por cima do filé e sobre ela, a guacamole.

Para acompanhar, arroz branco e uma das minhas novas criações: a Farofa de Alcaparra. Faço ela fritando uma cebolinha picada na manteiga e adicionando, a seguir, as alcaparras picadas (bem lavadas, para perder o sal e o gosto de conserva em excesso). A seguir, é só adicionar farinha de mandioca flocada, tempero verde e ovo cozido picado. Coloco, ainda, um pouquinho de azeite de dendê pra dar uma corzinha.
A minha Greicy, o Adreson e a Cíntia (as tais gentis cobaias) gostaram bastante do resultado final.
Aproveito, ainda, para agradecer ao Adreson por ter registrado o ótimo instantâneo acima.
Em seguida volto com uma dica de salada! Até a próxima!

Publicado em: Sem Categoria on Janeiro 25, 2008 at 11:59 am Comentários (3)